Em Dezembro de 2009, foi realizada a Semana da Biologia da Universidade Católica de Brasília. O evento foi organizado pelo Centro Acadêmico de Biologia (CABio) e teve a participação de vários profissionais da área, realizando palestras, oficinas e mini-cursos.
O GEPEC também esteve presente, aproveitando a oportunidade para semear a permacultura no Campus com duas oficinas: "Introdução à Permacultura e Aquecedor Solar de Baixo Custo" e "Permacultura Urbana e Jardins Agroflorestais".
Para que a oficina se realizasse o grupo preparou o espaço para receber os participantes, e esta etapa não foi nada fácil. Alguns dias antes do evento os integrantes do GEPEC se organizaram para o transporte dos materiais, que iriam fazer parte das oficinas. A ação foi um momento bem descontraído e divertido, como a permacultura deve ser. Sem muitos recursos o transporte foi realizado nos próprios carros dos integrantes do grupo, e com muito bom humor foram batizados com nomes sugestivos.
Depois de alguns anos de existência o grupo mantêm o humor e a coletividade em suas ações, promovendo a cooperação e semeando a sustentabilidade.
O GEPEC também esteve presente, aproveitando a oportunidade para semear a permacultura no Campus com duas oficinas: "Introdução à Permacultura e Aquecedor Solar de Baixo Custo" e "Permacultura Urbana e Jardins Agroflorestais".
Para que a oficina se realizasse o grupo preparou o espaço para receber os participantes, e esta etapa não foi nada fácil. Alguns dias antes do evento os integrantes do GEPEC se organizaram para o transporte dos materiais, que iriam fazer parte das oficinas. A ação foi um momento bem descontraído e divertido, como a permacultura deve ser. Sem muitos recursos o transporte foi realizado nos próprios carros dos integrantes do grupo, e com muito bom humor foram batizados com nomes sugestivos.
Depois de alguns anos de existência o grupo mantêm o humor e a coletividade em suas ações, promovendo a cooperação e semeando a sustentabilidade.
"Carro movido à energia solar"
"Belina Sol"
"Desingners do carro solar"
As oficinas foram realizadas em dois dias, um dia para a parte teórica, onde foram apresentados as técnicas e discutidos os conceitos e outro para a prática, que foram realizadas no próprio Campus da universidade no espaço CELOGS (Centro de Logística e Subsistência).
OFICINA DE AQUECEDOR SOLAR DE BAIXO CUSTO E
INTRODUÇÃO À PERMACULTURA
Nesta oficina foram abordados os principais conceitos e princípios da Permacultura, além de técnicas e tecnologias sustentáveis. O principal objetivo desta oficina foi mostrar que é possível criar sistemas que sejam ecologicamente corretos e economicamente viáveis, que supram as necessidades e que não explorem de forma predatória ou poluam o nosso ambiente tornando-se sustentáveis à longo Prazo.
Segundo um dos criadores do termo Permacultura (Bill Mllison), a Permacultura é baseada na observação de sistemas naturais, na sabedoria contida em sistemas produtivos tradicionais e no conhecimento moderno, científico e tecnológico. "A permacultura é um sistema pelo qual podemos existir no planeta Terra utilizando a energia que está naturalmente em fluxo contínuo".

Uma das tecnologias utilizadas para demonstrar a permacultura na prática foi o Aquecedor Solar de Baixo Custo (ASBC). Um sistema de aquecimento de água de fácil construção desenvolvido pela sociendade do Sol, ONG responsável pela difusão desta tecnologia.
Segundo um dos criadores do termo Permacultura (Bill Mllison), a Permacultura é baseada na observação de sistemas naturais, na sabedoria contida em sistemas produtivos tradicionais e no conhecimento moderno, científico e tecnológico. "A permacultura é um sistema pelo qual podemos existir no planeta Terra utilizando a energia que está naturalmente em fluxo contínuo".
Discussão sobre a Permacultura e seus princípios
Uma das tecnologias utilizadas para demonstrar a permacultura na prática foi o Aquecedor Solar de Baixo Custo (ASBC). Um sistema de aquecimento de água de fácil construção desenvolvido pela sociendade do Sol, ONG responsável pela difusão desta tecnologia.
Equipamento demonstrativo de um ASBC
O funcionamento do ASBC se inicia quando a energia solar irradiante, incide sobre a superfície preta dos coletores. A energia absorvida transforma-se em calor e aquece a água que se encontra no interior dos coletores. A água aquecida diminui sua densidade e começa a se movimentar em direção ao reservatório, previamente isolado, dando início a um processo natural de circulação da água, chamado de termo-sifão. Para que ocorra a circulação o reservatório deve se encontrar mais alto do que os coletores. Este processo é contínuo até que a temperatura da água seja a mesma em todo o sistema.
Participantes da Oficina de Aquecedor Solar
e introdução à Permacultura
e introdução à Permacultura
OFICINA DE INTRODUÇÃO À PERMACULTURA URBANA
E
JARDINS AGROFLORESTAIS
E
JARDINS AGROFLORESTAIS
A oficina de Permacultura Urbana e Jardins Agroflorestais foi um momento de grande aprendizado e discussão. O foco foi em relação ao questionamento de como podemos colocar a permacultura em prática nos pequenos espaços de nossa casa?
A parte teórica desta oficina também abordou os diversos conceitos e princípios da permacultura, mostrando que tudo deve ser considerado de forma sistêmica, para que os produtos de cada elemento supram as necessidades de outro.
Durante a palestra foi discutido maneiras de como podemos transformar os espaços urbanos ociosos em espaços produtivos, mostrando assim, que os princípios da permacultura permeia todos os aspectos dos sistemas ambientais, comunitários, econômicos e sociais.
Para demonstrar a permacultura urbana na prática os participantes tiveram a oportunidade de aprender um pouco sobre Compostagem, minhocários caseiros, hortas urbanas e também sobre os princípios da Agrofloresta.
A atividade principal desta oficina foi a elaboração do desenho de um jardim agroflorestal e o plantio do mesmo. Neste momento foi realizado um debate sobre a sucessão natural do sistema agroflorestal e a interrelação entre as espécies vegetais. O formato do desenho foi decidido em grupo, possibilitando que cada participante contribuísse com suas ideias e mostrassem o que tinham aprendido no decorrer da oficina. A forma do Jardim e as espécies vegetais foram definidas e desenhadas em uma prancheta, a fim de planejar o trabalho.
Elaboração do desenho do Jardim FlorestalA parte teórica desta oficina também abordou os diversos conceitos e princípios da permacultura, mostrando que tudo deve ser considerado de forma sistêmica, para que os produtos de cada elemento supram as necessidades de outro.
Durante a palestra foi discutido maneiras de como podemos transformar os espaços urbanos ociosos em espaços produtivos, mostrando assim, que os princípios da permacultura permeia todos os aspectos dos sistemas ambientais, comunitários, econômicos e sociais.
Para demonstrar a permacultura urbana na prática os participantes tiveram a oportunidade de aprender um pouco sobre Compostagem, minhocários caseiros, hortas urbanas e também sobre os princípios da Agrofloresta.
A atividade principal desta oficina foi a elaboração do desenho de um jardim agroflorestal e o plantio do mesmo. Neste momento foi realizado um debate sobre a sucessão natural do sistema agroflorestal e a interrelação entre as espécies vegetais. O formato do desenho foi decidido em grupo, possibilitando que cada participante contribuísse com suas ideias e mostrassem o que tinham aprendido no decorrer da oficina. A forma do Jardim e as espécies vegetais foram definidas e desenhadas em uma prancheta, a fim de planejar o trabalho.
Discussão sobre a Sucessão Ecológica e
a evolução de cada espécie no sistema
a evolução de cada espécie no sistema
Finalizando o desenho do Jardim Agroflorestal
em formato de Mandala
em formato de Mandala
Mãos à Obra
Abertura dos canteiros em formato de Mandala
Plantio de bananeira no centro da Mandala
Mandala ganhando forma
O conhecimento construído permitiu a todos uma experiência única e a vontade de contribuir cada vez mais para que a discussão não acabe.
Fritjof Capra em uma de suas obras diz que as comunidades sustentáveis desenvolvem seus modos de vida no decorrer do tempo, mediante uma interação contínua com outros sistemas vivos, tanto humanos como não-humanos, não sendo um processo estático e sim um processo dinâmico de coevolução.